Mesmo com queda nos depósitos em setembro, captação da poupança é a segunda melhor do ano

Volume de depósitos em cadernetas de poupança somou R$ 99,467 bilhões no mês de setembro, redução de 1,3% em relação aos depósitos do mês anterior. Em compensação, os saques das cadernetas foram 4,39% menores que em agosto e somaram R$ 94,620 bilhões. Como resultado, a captação líquida foi de R$ 4,846 bilhões, uma variação de 166,41% sobre o saldo de R$ 1,819 bilhão no mês anterior.

Foi a segunda melhor captação líquida do ano, atrás apenas dos R$ 6,836 bilhões contabilizados em julho, e deixou o melhor saldo da poupança em meses de setembro, conforme relatório divulgado hoje (6) pelo Banco Central (BC). Além disso, a captação da poupança está positiva há 16 meses, desde que passou o momento mais complicado da crise financeira mundial. A última “sangria” da poupança, quando os saques superaram os depósitos, se deu em abril do ano passado.

De acordo com o BC, a poupança rendeu R$ 1,935 bilhão no mês passado. Esse resultado, somado à captação líquida, elevou o estoque total dos depósitos em poupança para R$ 360,107 bilhões. São R$ 284,965 bilhões (79,13% do total) depositados na tradicional caderneta do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), R$ 75,139 bilhões (20,86%) na poupança rural e R$ 3,266 milhões (0,01%) residuais de poupança vinculada.

Fonte: Agência Brasil.



Escrito por Edmilson Filho às 08h36
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PREÇOS DA CESTA BÁSICA SOBEM EM SETEMBRO

Segundo dados publicados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos - DIEESE, houve inversão no comportamento dos preços dos produtos alimentícios essenciais e, ao invés do predomínio de queda, na maioria das 17 capitais onde o DIEESE realiza a Pesquisa Nacional da Cesta Básica, houve alta. Em 14 capitais os preços subiram, com destaque para: Salvador (3,67%), Rio de Janeiro (3,62%), Vitória (3,39%) e Fortaleza (3,13%). Retrações foram encontradas em Natal (-1,28%), João Pessoa (-1,13%) e Aracaju (-0,80%).



Escrito por Edmilson Filho às 08h05
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Governo eleva de 2% para 4% alíquota do IOF para conter queda do dólar

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou há pouco que dobrará a alíquota de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para os investimentos de estrangeiros em renda fixa no Brasil.

 A partir de amanhã, a alíquota para essas aplicações subirá de 2% para 4%.

 Os investimentos externos em ações e no mercado futuro continuarão a pagar 2%. A taxação do capital estrangeiro que entra no país está em vigor desde outubro do ano passado.

 De acordo com Mantega, a medida é necessária para conter a queda dólar depois da capitalização da Petrobras, que atraiu divisas para o Brasil. “O dólar baixo prejudica as nossas exportações. Por isso, decidimos elevar o imposto”.

Fonte: Agência do Brasil.



Escrito por Edmilson Filho às 07h59
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Portaria MF/MPS 451/2010

A Portaria Interministerial MF/MPS nº 451/2010, dispõe sobre a publicação dos índices de freqüência, gravidade e custo, por atividade econômica, considerados para o cálculo do Fator Acidentário de Prevenção - FAP do ano de 2010, com vigência para o ano de 2011, e sobre o processamento e julgamento das contestações e recursos apresentados pelas empresas em face do índice FAP a elas atribuídos.



Escrito por Edmilson Filho às 07h54
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EQUÍVOCOS NA CLASIFICAÇÃO FISCAL PODEM TRAZER SÉRIOS PROBLEMAS AO CONTRIBUINTE

A Excessiva carga tributária no nosso país, aliada a complexidade da legislação podem trazer sérios problemas ao contribuinte, daí a importância de se ter uma atenção maior quando na classificação fiscal das mercadorias. A Classificação Fiscal de Mercadorias na NCM está entre essas questões que geram muitas dúvidas, principalmente por sua importância, uma vez que é fundamental na determinação do IPI, bem como na apuração dos tributos envolvidos nas operações de importação e exportação, repercutindo também, em muitos casos, no montante do PIS/PASEP, da COFINS e do ICMS.

A princípio, cabe ao próprio fabricante, importador ou exportador, efetuar a respectiva classificação de suas mercadorias, uma tarefa árdua e complexa, pois na maioria das vezes a dúvida não é resolvida com uma simples consulta à legislação.
 
Equívocos nessa classificação podem trazer sérios problemas ao contribuinte, desde uma penalidade em razão do incorreto enquadramento na classificação fiscal (1% sobre o seu valor), até casos de recolhimento a menor de impostos e contribuições, em que a multa, em regra, corresponde a 75% do tributo omitido.



Escrito por Edmilson Filho às 07h44
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Impostos batem 46% do PIB

Desde 1994, quase metade do crescimento da produção de bens e serviços contabilizada no País acabou sendo apropriada pelo governo por meio da cobrança de impostos. A medida, por sua vez, impulsiona um aumento igualmente expressivo dos gastos públicos.

Segundo cálculos do economista-chefe do Santander, Alexandre Schwartsman, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu quase R$ 1,1 trilhão entre os anos de 1994 e 2009 em termos reais (descontada a inflação).


No mesmo período de 15 anos, oito do governo Fernando Henrique Cardoso e sete do governo Luiz Inácio Lula da Silva, a carga tributária aumentou cerca de R$ 500 bilhões. Isso é equivalente a 46% do crescimento da produção nacional.


A Folha de São Paulo apurou que a mordida foi maior nos anos FHC, entre 1994 e 2002, (60% da alta do PIB) do que durante o governo Lula, entre 2003 e 2009 (42%). Mas ambos os números são considerados muito altos.


O aumento da carga em relação à expansão do PIB se traduziu em crescimento da mesma magnitude do gasto público, que subiu R$ 500 bilhões entre 1994 e 2009.


As contas mostram que para cada R$ 100 de crescimento adicional da produção entre 1994 e 2009, R$ 46 foram absorvidos pelo governo (incluindo União, Estados e municípios).

Fonte: Rede Nacioal de Contabilidade.



Escrito por Edmilson Filho às 11h26
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